A rapariga do chapéu vermelho

A RAPARIGA DO CHAPÉU VERMELHO
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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Medo.

Uma das coisas que me assusta é a perda de grande parte das nossas características físicas, principalmente as faciais, com a velhice. Não digo isto com desprestígio para com os mais idosos, mas assusta-me a ideia que a minha beleza (muita ou pouca, todas nós temos) vai acabar um dia. Certamente, a beleza ficará no sorriso, na ternura e noutros gestos graciosos, mas aqueles traços que nos caracterizam vão-se embora. Tantas e tantas mulheres que eram lindíssimas, quando chegam a velhas perdem o encanto. Muitas delas não se reconheceriam se em novas se lhes tivesse sido dado a conhecer como seriam em velhas. Não imagino como ficarei, mas quando penso nisso, além da tristeza que me invade, tenho uma tendência para recorrer aos cremes e protectores solares, para atrasar ao máximo o processo de envelhecimento da minha pele.


Alguém partilha este meu "medo"?

domingo, 22 de agosto de 2010

Faz-me confusão

Faz-me imensa confusão ver pais de amigas(os)/colegas(os) minhas(meus) numa discoteca a dançarem com miúdas e a tentarem conversar com elas. Fico sempre a pensar o que será que eles querem, principalmente quando vão sozinhos ou com amigos. Têm idade para ser nossos pais e estão ali para quê? Para engatar uma miúda? Não me oponho a que frequentem as discotecas, mas deviam ter respeito pela família que fica em casa e o bom-senso de não se submeterem ao ridículo de tentarem parecer mais novos do que aquilo que são. Alguns chegam a meter-me nojo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cabelos brancos

Descobri um cabelo branco no meio da minha cabeleira loira. É quase como descobrir um agulha num palheiro. Mas descobri-o! E, apesar de andar incessantemente à procura de um cabelo branco, quando o encontrei fiquei bastante triste! Acho que no fundo não queria encontrar nenhum. Algumas das minhas amigas estão sempre a comentar que já começam a ter cabelos brancos e que fazem umas madeixas suaves para os disfarçar. Eu Maria Tonta ao ouvir estas conversas pus-me à cata de cabelos brancos para depois (convencida eu) dizer que não tinha nenhum e que sou jovem como um rosa no seu esplendor, como diz a Cati. Para meu desconsolo, encontrei um cabelo branco e mal encontrei o dito cujo remexi logo o cabelo todo para não encontrar mais nenhum. Felizmente, no enquadramento da cabeleira não se vê o cabelo branco (e também não o quero voltar a ver tão cedo).