A rapariga do chapéu vermelho

A RAPARIGA DO CHAPÉU VERMELHO
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domingo, 4 de abril de 2010

Páscoa

A Páscoa já passou. Por pouco deixávamos a cruz passar sem abrirmos a porta. Isto de começar as 9h da manhã, arruína o sono de qualquer um! E cá em casa, toda a gente gosta de dormir até tarde. Tirando esse pequeno percalço que pôs toda a gente em correria, tudo correu bem! E, apesar de não ter tido um ovo, comi amêndoas como se fossem acabar para me desforrar! ahahah (não sei de quem e ainda por cima amanhã aposto que me vou sentir culpada por ter devorado as amêndoas de chocolate).
Para quem está de férias, não desesperem por estarem a chegar ao fim. Ainda têm mais um dia para não fazer nada! :)

sábado, 3 de abril de 2010

Amêndoas


Vieram tarde, mas chegaram as amêndoas a esta casa! Amêndoas de todas as cores recheiam agora as taças da minha mãe. Eu cá fico-me pelas de chocolate, são de comer e não parar mais. Come-se uma e logo a seguir mais uma, 10 minutos depois já foram umas 15... Este ano não tive direito ao ovo gigante; diz a minha mãe que já não tenho idade. Que desilusão! Já andava a sonhar com um ovo inteirinho de chocolate. Que perdição! Agora que penso melhor, até é capaz de ser mais positivo não ter nenhum ovo, caso contrário não resistiria a come-lo (sozinha) todo no domingo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Procissões

Braga é conhecida (também) pela sua tradição das procissões na Páscoa. Quando era pequena, não perdia uma. Ia com a minha mãe e adorava ver os farricocos, os anjinhos, os andores, a burrinha, os cavalos, (tentava sempre fazer uma festinha, com a minha mãe a puxar-me para trás), a banda no fim a tocar. Tentava sempre ficar na 1ª fila, furava pelo meio das pessoas e só ficava descansada quando arranjasse um lugar que, na minha opinião, fosse o melhor. Há já alguns anos que deixei de ir. Comecei por ir para fora na Páscoa, o que me impedia de as ir ver. Agora, mesmo que fique por Braga, não tenho vontade nenhuma de ir. Talvez porque pouco inovam, talvez porque já não veja com os olhos de criança encantada, talvez porque já não me identifique com nada. Apesar de tudo, acho que representam Braga e merecem todo o respeito.