Portugal mudou, virou à direita e agora esperemos que o novo Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, surpreenda e ajude Portugal a dar a volta a esta crise.
A rapariga do chapéu vermelho
A RAPARIGA DO CHAPÉU VERMELHO
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domingo, 5 de junho de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
FMI
O afamado FMI vem aí. Portugal pediu hoje ajuda externa. Espero sinceramente que, apesar dos cortes drásticos que sempre soubemos de antemão que o FMI iria fazer, resolva alguns dos problemas de Portugal e acabe no mínimo com os tachos, as reformas chorudas e os prémios exorbitantes.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Crise política
José Sócrates demite-se, depois da oposição ter chumbado o PEC. Mas pouco tempo depois anuncia que se vai recandidatar. (wtf?)
Nem sei para onde me virar...
quarta-feira, 16 de março de 2011
A entrevista do Sócrates
Sócrates olhou os Portugueses nos olhos e disse-lhes "ou eu ou o FMI, ou eu ou uma coisa muito pior". E acrescentou "todos os dias trabalho para fazer o melhor para Portugal, se o FMI vier as pensões descerão, os funcionários públicos não receberão 13º mês nem subsídios, as políticas do trabalho serão mais severas, enfim o plano de austeridade será mais austero". Depois desta entrevista, muitos Portugueses voltaram atrás na sua posição contra o Sócrates e muitos outros estão a pensar melhor.
Admitamos que o Sócrates tem muito jogo de cintura na política e nas politiquices ganha a muitos por saber o que dizer.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Presidenciais
Cavaco Silva reeleito à primeira volta.
Não queria de todo que ganhasse o Manuel Alegre, nem o Defensor Moura, nem o Coelho, nem o Francisco Lopes. Não me identifico com nenhum destes quatro. Entre o Fernando Nobre e o Cavaco Silva, venha o diabo e escolha e escolheu o Cavaco. De todas as presidenciais que me lembro, esta foi de longe a que reuniu candidatos menos indicados para o cargo e para a situação actual. Talvez por serem todos tão pouco apropriados, talvez pela campanha que cada um desenvolveu, talvez pelo desinteresse crescente que se tem vindo a constatar dos Portugueses em geral pela política, talvez por mais mil e um outras razões é que a abstenção rondou os 50%.
Os políticos actuais andam pelas ruas da amargura e impõe-se uma mudança do interior para o exterior.
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